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Dirigentes da FEM-CUT/SP debatem pautas dos trabalhadores com o governo federal

Erick Silva e Claudio Batista, presidente e vice-presidente da entidade, reuniram se com a Secretaria Geral da Presidência da República e com o Ministério do Trabalho nesta semana

Publicado: 13 Maio, 2024 - 10h26 | Última modificação: 13 Maio, 2024 - 10h33

Escrito por: FEM/CUT-SP

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O presidente da Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT-SP (FEM-CUT/SP), Erick Silva, e o vice-presidente da entidade, Claudio Batista da Silva Junior (Claudião), estiveram em Brasília esta semana para debater importantes temas com o governo federal.

Os dirigentes se encontraram com representantes da Secretaria-geral da Presidência da República, onde abordaram a importância de buscar caminhos para estreitar o relacionamento com as empresas do setor aeroespacial, principalmente no Estado de São Paulo.

O setor vai receber importantes investimentos do governo federal. A estimativa é que cerca de R$ 2 bilhões sejam aportados na Embraer este ano, com a expectativa de gerar cerca de 900 empregos diretos.

A direção da FEM-CUT/SP defende a necessidade e importância do investimento, mas destaca que os trabalhadores precisam ser incluídos no debate e beneficiados.

Ainda em Brasília, os diretores da FEM-CUT/SP se reuniram com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Na ocasião, Erick e Claudião debateram com Marinho a situação do segmento de máquinas.

De acordo com eles, o setor, um dos segmentos mais importantes do país, tem apresentado condutas antissindicais e torna o diálogo e negociações coletivas bastante complicadas.

Os sindicalistas entregaram ao ministro uma carta assinada pela entidade, pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM/CUT) e pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC na qual cobram as políticas públicas do governo federal, que garantem importantes medidas para os setores econômicos, tenham contrapartidas mínimas em benefício aos trabalhadores.

Entre as medidas cobradas pelas entidades estão: a inexistência de práticas ou atos antissindicais e o respeito aos direitos constitucionais atribuídos aos trabalhadores, como a negociação coletiva, como a geração e manutenção do nível de emprego.

Erick Silva destaca que o encontro foi bastante produtivo. “Primeiro de tudo, é fundamental termos um governo que se preocupa com a classe trabalhadora e ouve os seus representantes. Nós temos o compromisso de cobrar do governo, seja qual for, que todas as medidas e investimentos tragam benefícios para os trabalhadores. Somente por esse caminho, teremos avanços para todos”.

Para Claudião, a classe trabalhadora precisa estar no centro desse debate. “Os investimentos feitos pelo governo federal têm grande potencial na geração de emprego e renda e, nesse sentido, é importante lembrar que estamos falando de verbas públicas, ou seja, dinheiro do povo. Nada mais justo que a sociedade seja a principal beneficiada nesse processo. Esses encontros em Brasília foram muito importantes para avançarmos nessa discussão”.