MENU

IndustriALL-Brasil e MBCB fazem estudo sobre transição energética dos transportes

Documento apresentado ao governo federal aponta que descarbonização dos transportes pode gerar impactos positivos de R$ 7 trilhões no PIB e geração de 1,5 milhão de empregos

Publicado: 11 Junho, 2024 - 18h09 | Última modificação: 11 Junho, 2024 - 18h16

Escrito por: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Divulgação
notice

Em Brasília, o presidente da IndustriALL-Brasil, Aroaldo Oliveira da Silva, conversou na última quarta-feira, 5, com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, sobre o estudo ‘Trajetórias Tecnológicas mais Eficientes para a Descarbonização da Mobilidade’. Encomendado pelo MBCB (Acordo de Cooperação Mobilidade de Baixo Carbono para o Brasil), documento identifica enorme potencial do país para liderar globalmente processo de transição energética com reflexos na mobilidade, assegurando geração de emprego e renda.

“O ministro participou das discussões embrionárias da criação do MBCB antes mesmo da formalização do acordo e compreende a dimensão do impacto da descarbonização dos transportes nas relações de trabalho. Estamos satisfeitos porque ele reforçou esse compromisso de apoiar as políticas públicas que preservem o emprego na indústria brasileira”, destacou Aroaldo. Participaram ainda representantes de empresas que fazem parte do MBCB, coalizão também composta pela IndustriALL-Brasil.

Apoio

O estudo mostra que a rápida implementação de diferentes rotas tecnológicas para a descarbonização dos transportes pode gerar impactos positivos de R$ 7 trilhões no PIB e geração de 1,5 milhão de empregos.

“Os dados apresentam um cenário promissor e uma oportunidade estratégica para o país tanto do ponto de vista econômico quanto social. O MBCB terá o meu apoio e de toda a equipe do Ministério do Trabalho e Emprego para iniciativas que promovam emprego e renda, especialmente na indústria de mobilidade de baixo carbono”, afirmou Marinho.

Além dos impactos na preservação ambiental, as estratégias sugeridas pelo estudo promovem a neoindustrialização com recursos sustentáveis e renováveis, ganhos em produtividade, geração de empregos qualificados e consequente aumento da renda e da qualidade de vida da população brasileira.